Resinas Estéticas
 
IMPLANTO ODONTO

Existem registros de que os chineses foram os primeiros a usar o amálgama para restaurações dentárias ainda no século VII. No mundo ocidental este material só se tornou popular a partir do século XIX, sendo utilizado por ingleses e franceses, mas, com um alto grau de insucesso. Em 1825 o amálgama foi melhorado por um dentista norte-americano chamado Taveau e no final do século XIX a sua composição básica sofreu modificações, permanecendo essencialmente o mesmo desde então.

Já as resinas compostas desenvolvidas inicialmente por Bown, surgiram no início da década de 60 com a mesma proposta funcional do amálgama de reestruturar o dente e devolver a eficiência mastigatória, mas, com uma grande vantagem: a estética. Além das propriedades físicas de dureza, resistências muito mais próximas as da estrutura dentária natural, elas apresentam uma variada gama de cores de esmalte e dentina possibilitando uma restauração perfeita que mimetiza não só a anatomia, mas também as texturas naturais dos dentes.

Ainda hoje há pacientes com receio de substituir suas restaurações em amálgama pelas de resina, pois se criou o mito que as restaurações estéticas não têm durabilidade e que “elas caem”. Costumo dizer que o resultado final e durabilidade das resinas estão diretamente relacionados ao conhecimento e a correta execução das técnicas sendo indispensável à habilidade artística do profissional. Para isso, precisamos estar em constante atualização para executarmos as técnicas com perfeição e conhecermos as propriedades e a evolução dos materiais mais modernos do mundo.

Unindo a arte e a ciência consegue resultados surpreendentes, gerando a satisfação de devolver uma boca mais saudável de forma funcional e estética.


 
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